domingo, 4 de março de 2012
Leia com atenção
de uma uinrvesriddae ignlsea,
não ipomtra em qaul odrem as
Lteras de uma plravaa etãso,
a úncia csioa iprotmatne é que
a piremria e útmlia Lteras etejasm
no lgaur crteo. O rseto pdoe ser
uma bçguana ttaol, que vcoê
anida pdoe ler sem pobrlmea.
Itso é poqrue nós não lmeos
cdaa Ltera isladoa, mas a plravaa
cmoo um tdoo.
Sohw de bloa.
sexta-feira, 2 de março de 2012
IX Seminário de Iniciação Científica VI Jornada de Pesquisa e Pós-Graduação e Semana Nacional de Ciência e Tecnologia UEG 2011
Os resumos expandidos Anais do IX Seminário de Iniciação Científica, VI Jornada de Pesquisa e Pós-Graduação e Semana Nacional de Ciência e Tecnologia UNIVERSIDADE ESTADUAL DE GOIÁS - 19 a 21 de outubro de 2011 estão disponíveis no Link: http://www.prp.ueg.br/sic2011/apresentacao/
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012
Iº Fórum Mundial da Bicicleta em Porto Alegre
Para conhecer mais sobre o projeto:http://catarse.me/pt/
ALERTA RENCTAS - 01/2005
Denuncie o trafico de animis silvestres no Wikiaves

Uma pagina realmente útil encontra-se no Wikiaves nesse link: http://wikiaves.com.br/wikiaves:denuncie
domingo, 19 de fevereiro de 2012
MARAVILHAS COM GARRAFAS PET!
|
sábado, 18 de fevereiro de 2012
Biologia - Turma de 2008/ UEG Morrinhos
Vídeo Institucional - Universidade Estadual de Goiás
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012
Tatu tu tá morrendo
http://www.youtube.com/watch?
CD - Cantando por Liberdade - 12 músicas
http://www.4shared.com/file/
Gibi - Liberdade & Saúde - animais silvestres livres: pessoas saudáveis
http://www.ibama.gov.br/fauna-
sexta-feira, 20 de janeiro de 2012
sexta-feira, 16 de dezembro de 2011
O que as aves e as enzimas têm a dizer sobre o Código Floresta
![]() |
| Relação entre a largura das faixas de vegetação nativa e o número de espécies de aves florestais no Planalto Atlântico de São Paulo. A equação de Michaelis-Menten, tradicionalmente utilizada para descrever cinética enzimática, mostra que um redução da largura de APPs de 60 para 30 metros pode reduzir o número de espécies de aves de 30 para cerca de 20. (Figura de Carlos Candia-Gallardo). |
Guia: as aves da Mata Atlântica
Recife: Mais de mil aves silvestres apreendidas
| "...sob a perspectiva das aves dependentes da Mata Atlântica, a largura das APP ao longo dos rios deveria ser aumentada pelo menos até 100m, e não diminuída pela metade." |
A relação não linear (Michaelis-Menten) entre largura de corredor e número de espécies (ver figura) sugere que uma redução pela metade na largura mínima das APP – de 60 m (30 para cada lado do rio) para 30 m - poderia acarretar em uma perda de cerca de 30% no número de espécies de aves. E essas aves “perdidas” seriam justamente aquelas mais exigentes, restritas às manchas de Mata Atlântica e incapazes de habitar faixas de vegetação estreitas. São espécies cujas populações já vêm declinando. Portanto, sob a perspectiva das aves dependentes da Mata Atlântica, a largura das APP ao longo dos rios deveria ser aumentada pelo menos até 100 m, e não diminuída pela metade.
Resta saber se na reforma do Código Florestal o Brasil vai levar em conta a perspectiva das aves, das enzimas e de toda a gama de serviços ambientais que a biodiversidade proporciona e da qual a economia depende, ou se vai priorizar interesses particulares e imediatistas.
| Estas 3 espécies foram encontradas apenas em faixas de vegetação com largura superior a 100 metros. | Clique para ampliar. | ||
![]() Surucua variado (Trogon surrucura). Foto: Guilherme Serpa | ![]() Papa-formigas-de-grota (Myrmeciza squamosa). Foto: Guilherme Serpa | ![]() Tiê de topete (Tricothraupis melanops); Foto: Samuel Betkwoski |
A dissertação de mestrado O valor de corredores florestais para a conservação de aves em paisagens fragmentadas é de autoria do biólogo Carlos Candia-Gallardo orientado pelo Prof. Dr. Jean Paul Metzger. Foi produzida no Departamento de Ecologia da Universidade de São Paulo (USP)
| Carlos Candia-Gallardo é biólogo e mestre em ecologia pela Universidade de São Paulo. Realiza pesquisas em ornitologia e conservação da biodiversidade em diferentes biomas brasileiros. | |
| Jean Paul Metzger é biólogo, doutor em Ecologia de Paisagens pela Universidade Paul Sabatier de Toulouse, França. Atualmente é professor titular do Departamento de Ecologia da Universidade de São Paulo e vice-presidente da International Association for Landscape Ecology – IALE. |
Fonte: http://www.oeco.com.br/
15 de Dezembro de 2011 )
Postagens populares
-
"Há duas coisas infinitas: o Universo e a tolice dos homens. Mas não tenho certeza do que afirmo sobre a questão do universo." "Por enquan...
-
Eu calouro burro...- Juro perante meus honrados, queridos e meigos VETERANOS, segui – los para todo o sempre, sem questionar suas ordens e v...
-
Campos, G. A.; Lima, N. K. P.; Torres, T. L. & Juliano, R. F. Ecologia comportamental de Aratinga aurea (Aves: Psttacidae) na área urbana de...
-
Um típico esqueleto humano adulto consiste em 206 ossos. Entretanto uma pequena porção da população humana tem um osso extra, ocorrendo na ...
-
Aves Jandaia-Verdadeira (Aratinga solstitialis jandaya) Ordem: Psittaciformes Família: Psittacidae Características: bico negro, inten...
-
Rapel é uma técnica de descida por corda que utiliza cadeirinha de segurança e freio. A técnica de rapel é empregada na prática de diversa...
-
Definição Miomas são os tumores benignos (não cancerosos) mais comuns do trato genital feminino. Eles também são conhecidos como fibromas, ...
-
Moção de repudio ao D.C.E Escrito por Renato Leite Ter, 24 de Março de 2009 22:52 É inaceitável um órgão que se diz representante dos estuda...
C. .A. é Lei!
Casa Civil
Subchefia para Assuntos Jurídicos
LEI No 7.395, DE 31 DE OUTUBRO DE 1985.
Dispõe sobre os órgãos de representação dos estudantes de nível superior e dá outras providências. |
O PRESIDENTE DA REPÚBLICA , faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:
Art . 1º - A União Nacional dos Estudantes - UNE, criada em 1937, é entidade representativa do conjunto dos estudantes das Instituições de Ensino Superior existentes no País.
Art . 2º - As Uniões Estaduais dos Estudantes UEEs são entidades representativas do conjunto dos estudantes de cada Estado, do Distrito Federal ou de Território onde haja mais de uma instituição de ensino superior.
Art . 3º - Os Diretórios Centrais dos Estudantes - DCEs são entidades representativas do conjunto dos estudantes de cada instituição de ensino superior.
Art . 4º - Fica assegurado aos Estudantes de cada curso de nível superior o direito à organização de Centros Acadêmicos - CAs ou Diretórios Acadêmicos - DAs como suas entidades representativas.
Art . 5º - A organização, o funcionamento e as atividades das entidades a que se refere esta Lei serão estabelecidos nos seus estatutos, aprovados em assembléia-geral no caso de CAs ou DAs e através de congressos nas demais entidades.
Art . 6º - Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.
Art . 7º - Revogam-se as disposições em contrário, especialmente as contidas na Lei nº 4.464, de 9 de novembro de 1964, e na Lei nº 6.680, de 16 de agosto de 1979.
Brasília, em 31 de outubro de 1985; 164º da Independência e 97º da República.
JOSé SARNEY
Marco Maciel
Este texto não substitui o publicado no DOu de 4.11.1985
-------------------------------------------------------- -------------------------------------------------------- --------------------------------------------------------
Um centro acadêmico no Brasil é uma entidade estudantil que representa, normalmente, os estudantes de um curso de nível superior, podendo representar estudantes de diversos cursos de uma mesma faculdade. Suas funções podem ser e em geral são diversas. Algumas delas são: a organização de atividades acadêmicas extra-curriculares como debates, discussões, palestras, semanas temáticas, recepção de calouros e realização de projetos de extensão; encaminhamento, mobilização e organização de reivindicações e ações políticas dos estudantes; mediação de negociações e conflitos individuais e coletivos entre estudantes e a faculdade; realização de atividades culturais como feiras de livros, festivais diversos, entre outros.
Os centros acadêmicos são formados, de maneira geral, a partir da associação de estudantes, o que faz com que possam ser classificados, do ponto de vista jurídico, como associações civis.
A relação que o Centro Acadêmico estabelece com as instâncias burocráticas da instituição pode se dar de forma direta, sendo este parte desta estrutura, ou de forma independente, sendo a entidade estudantil livre de qualquer tipo de interferência institucional. Há outras formas de organização de entidades estudantis nas universidades, sendo as principais o Diretório Central dos Estudantes (DCE), o Diretório Acadêmico e o Grêmio estudantil. Essas estruturas e nomenclaturas correspondem à época em que foram fundadas as entidades e aos objetivos do momento de sua fundação. Basicamente se for, por fundação, uma Faculdade originalmente, ter-se-á um Diretório Acadêmico, enquanto um curso de uma Universidade terá um Centro Acadêmico. Ambos não têm diferenças de atribuições.




